A inteligência artificial deixou de ser apenas um tema futurista para se tornar parte essencial da operação diária em diversas redes. Em lojas físicas ao redor do mundo, como Guitar Center e Walmart a empresas brasileiras como o Grupo Pão de Açúcar, a IA está impulsionando vendas, personalização e agilidade no atendimento.
O diferencial? Essas soluções estão sendo incorporadas aos processos já existentes, sem exigir mudanças radicais na estrutura das lojas, e gerando resultados concretos no dia a dia.
Segundo estudos de mercado, empresas que aplicam IA no varejo físico têm visto ganhos em eficiência operacional de até 20% e aumento de vendas com a personalização da jornada do cliente. A IA está ajudando varejistas a:
Guitar Center: personalização imediata via QR Code
A rede americana de instrumentos musicais Guitar Center implementou um assistente de IA que transforma completamente a experiência de compra. O cliente escaneia um QR Code na loja, informa seus artistas favoritos e recebe recomendações personalizadas em tempo real — isso encurta a jornada de decisão e melhora a experiência presencial do cliente.
Walmart: inteligência coletiva a serviço da operação
O Walmart criou um ecossistema de IA capaz de processar mais de 3 milhões de perguntas semanais feitas por funcionários, fornecedores e parceiros. O sistema integra e organiza informações de diversas áreas, permitindo que colaboradores encontrem respostas rápidas sobre estoque, logística e atendimento. O resultado: operações mais rápidas e decisões mais assertivas.
Grupo Pão de Açúcar: IA generativa para gestão estratégica
No Brasil, o Grupo Pão de Açúcar vem utilizando IA generativa para apoiar decisões sobre reposição de estoque, promoções e precificação. A análise é feita com base em dados atualizados minuto a minuto. Além disso, a IA automatiza respostas a dúvidas frequentes dos colaboradores, reduzindo o tempo gasto em processos internos e liberando equipes para tarefas de maior valor.
O que une esses exemplos é a constatação de que a IA deixou de ser uma “inovação opcional” para se tornar parte do novo padrão competitivo. Varejistas que adotam IA de forma integrada conseguem extrair insights de dados que antes passavam despercebidos, aumentar a eficiência operacional sem reformas drásticas e oferecer experiências mais personalizadas e relevantes para os clientes. Mais importante: a IA não precisa substituir processos — ela pode se somar a eles, aumentando sua eficiência e entregando valor real.
Nesse contexto, milhares de lojas físicas no Brasil têm avançado na integração de suas câmeras de segurança com sistemas de contagem de fluxo integrados com IA. Essa combinação permite transformar imagens em dados estratégicos, oferecendo insights sobre o comportamento do consumidor, os horários de maior movimento e a eficiência na escala do time de vendas. Com essas informações, gestores podem ajustar operações e melhorar a experiência de compra de forma contínua e embasada.
As lojas que se moverem rápido poderão conquistar vantagem competitiva duradoura.
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